Harmonização facial virou sinônimo de excesso porque muita gente aplica volume sem estudar o rosto que tem pela frente. Nós fazemos o contrário: a avaliação começa por uma análise das proporções, dos terços faciais e do que muda quando você fala e sorri.
Boa parte das consultas termina com a recomendação de tratar menos regiões do que o paciente imaginava — ou de não tratar nada agora. É o que a análise das proporções indica na maior parte dos casos.
Por que em uma clínica odontológica
Porque avaliamos também o que está por baixo. A posição dos dentes e a estrutura óssea sustentam os lábios e todo o terço inferior do rosto — uma avaliação que olha só a superfície não considera essa camada.
Em alguns casos, o que resolve o contorno não é preenchimento: é ortodontia. Em outros, um terço inferior encurtado tem origem em perda de dimensão vertical, e o tratamento correto é de reabilitação oral. Por isso a avaliação analisa também os dentes e a estrutura óssea.
Quem pode realizar
A harmonização orofacial é especialidade reconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia desde 2019 e deve ser realizada por cirurgião-dentista habilitado, dentro dos limites definidos pela profissão.
Antes de agendar em qualquer lugar, peça o número do registro do profissional e confira-o no site do Conselho Regional. Aqui, a responsável técnica é a Dra. Margarete Gusman, CRO-SP 57110.
Importante
Resultados variam de pessoa para pessoa e dependem de avaliação individual. Nenhum procedimento estético é isento de risco, e a indicação só é feita presencialmente, após exame clínico e análise do histórico de saúde.